Ha algum tempo já vinha tendo vontade de escrever um blog, mas confesso, a vaidade me atrapalhava. Passei muitos dias pensado sobre o que escrever, para quem escrever, porque escrever. Quem teria tempo suficiente para perder lendo meu bendito blog? Será que receberia comentários? Sugestões? Ou até quem sabe xingamentos de alguém que se sentiu atingido por meus pensamentos? No entanto percebi que isso tudo era pura vaidade minha. Nem havia começado a escrever e já estava preocupado com as críticas. Por que não começar assim mesmo? O mais provável é que ninguém leia mesmo, ou seja, o que vier é lucro. De qualquer forma já saí ganhando.
Agora, quem sou eu? Quando alguém se apresenta a primeira coisa que a pessoa fala é sua profissão; sou engenheiro, advogado, médico, escritor, bibliotecário ou sei lá o que. Eu fico justo com essa última alternativa; sei lá o que. Como se denominaria alguém que é formado em Cinema e Administração com mestrado em Relações Internacionais que já trabalhou no mercado financeiro, depois em publicidade e que hoje tenta empreender idéias sem juízo? Pois é, não tenho a mínima idéia. Aceito sugestões!
De qualquer forma essa falta de definição que guia minha alma, me traz a liberdade de escrever sobre qualquer coisa, afinal eu não sou expert em nenhuma, a não ser que alguém seja inocente o suficiente para achar que um título universitário significa realmente alguma coisa.
Então, futebol, cinema e política… até aí tudo bem, mas e pensamentos inconseqüentes? Bom, explico. Não pretendo ser imparcial no que escrevo, aliás muito pelo contrário, desejo refletir aqui minhas opiniões bem tendenciosas sem nenhuma intenção de ser politicamente correto, senão essa porcaria desse blog seria ainda mais inútil do que ele já se propõe a ser. Cinema é minha paixão, por isso já digo que é muito difícil ser racional com aquilo que envolve tantas emoções. Futebol é minha religião e como um bom palestrino fica difícil não tender as coisas de forma divina ao clube que tem por seu messias um homem chamado Divino. E política, bom… política é meu passatempo, minha diversão, é aonde eu esqueço dos problemas e solto minha imaginação. Não existe nada melhor para sanar o humor de quem não bate bem como a política.
Por essas e outras acho que posso indicar meu blog para quem, como eu, não sabe ao certo o que está fazendo por aqui, mas que se encanta com todas as coisas proporcionadas pela vida, da qual sou amante fervoroso. Espero que possa confundir mais e esclarecer menos, dentro do possível é lógico. Ou seria do impossível e ilógico? Divirtam-se.
Agora, quem sou eu? Quando alguém se apresenta a primeira coisa que a pessoa fala é sua profissão; sou engenheiro, advogado, médico, escritor, bibliotecário ou sei lá o que. Eu fico justo com essa última alternativa; sei lá o que. Como se denominaria alguém que é formado em Cinema e Administração com mestrado em Relações Internacionais que já trabalhou no mercado financeiro, depois em publicidade e que hoje tenta empreender idéias sem juízo? Pois é, não tenho a mínima idéia. Aceito sugestões!
De qualquer forma essa falta de definição que guia minha alma, me traz a liberdade de escrever sobre qualquer coisa, afinal eu não sou expert em nenhuma, a não ser que alguém seja inocente o suficiente para achar que um título universitário significa realmente alguma coisa.
Então, futebol, cinema e política… até aí tudo bem, mas e pensamentos inconseqüentes? Bom, explico. Não pretendo ser imparcial no que escrevo, aliás muito pelo contrário, desejo refletir aqui minhas opiniões bem tendenciosas sem nenhuma intenção de ser politicamente correto, senão essa porcaria desse blog seria ainda mais inútil do que ele já se propõe a ser. Cinema é minha paixão, por isso já digo que é muito difícil ser racional com aquilo que envolve tantas emoções. Futebol é minha religião e como um bom palestrino fica difícil não tender as coisas de forma divina ao clube que tem por seu messias um homem chamado Divino. E política, bom… política é meu passatempo, minha diversão, é aonde eu esqueço dos problemas e solto minha imaginação. Não existe nada melhor para sanar o humor de quem não bate bem como a política.
Por essas e outras acho que posso indicar meu blog para quem, como eu, não sabe ao certo o que está fazendo por aqui, mas que se encanta com todas as coisas proporcionadas pela vida, da qual sou amante fervoroso. Espero que possa confundir mais e esclarecer menos, dentro do possível é lógico. Ou seria do impossível e ilógico? Divirtam-se.